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A Renovação Carismática Católica não foi importada do protestantismo

A Renovação Carismática Católica não foi importada do protestantismo,o movimento carismático católico já havia sido preparado pela Igreja por meio do Papa Leão XIII através de várias cartas da freira Elena Guerra, na qual solicitava uma pregação permanente sobre o Espírito Santo. E no primeiro dia do ano de 1901, Leão XIII consagrava todo o século XX ao Espírito Santo quando entoava o hino “Veni Creator Spiritus” em nome da Igreja.

Grandes manifestações da ação do Espírito Santo ocorreram dentro da Igreja a partir desse acontecimento, entre elas, o movimento carismático católico que brotava em meados de 1967 na universidade americana de Duquese.

A RCC é uma dádiva eclesial, uma expressão de amor do Espírito Santo para seu povo.
As palavras do Papa João Paulo II, sobre o dever de a RCC implantar uma nova cultura, a “Cultura de Pentecostes”. “Somente através dessa cultura seremos capazes de viver a plena civilização do amor”,

A experiência vivida pelos jovens em Duquese foi uma manifestação ecumênica promovida pelo Espírito Santo, em vista disso, podemos afirmar que a RCC tem sua origem em Pentecostes, e na sua perenidade agracia a todos.

Alguns dizem que a Renovação Carismática entrou pela "porta lateral" porque foi importada do Protestantismo ou de outras denominações cristãs. Patty relata para nós como foi bonita a experiência com irmãos de outras denominações. O Concílio Vaticano II fala sobre ecumenismo, resgata esta verdade e fala que nós temos uma dimensão ecumênica e uma abertura às outras denominações. Como um movimento, – filho deste Concílio –, beber da mesma fonte com outros irmãos afina ainda mais nossa autenticidade como Igreja e como movimento eclesial. É este espírito de Pentecostes que estava latente na Igreja, o qual pelo clamor de outros homens e mulheres que ecoaram por toda terra, e por ser perene, tornou-se sensível a todos nós. Somos agraciados porque estamos vivendo coisas que outros desejariam tê-las vivido.

Os Santos Padres, principalmente João Paulo II, nos disse que a Renovação tem o dever de implantar uma nova cultura, "a cultura de Pentecostes". Essa é a única cultura capaz de fecundar a civilização do amor. "Vida longa aos carismáticos", proclamou João Paulo II. Meus irmãos, não podemos perder isso de vista, pois uma nova cultura é uma nova maneira de
viver, a única capaz de dar vida à civilização do amor. Essa é nossa missão profética e ela se insere também na missão da Igreja, que é a de evangelizar.

 


DR.JOSÉ ANTONIO OTONI DA FONSECA
PRAÇA MANOEL RIBAS,90
CORNÉLIO PROCÓPIO PR